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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Não sei se ria, não sei se chore...(To cry or to laugh..)



Ontem deparei-me no facebook (por falar nisso...em breve, terei uma bela novidade relativamente a isso...), com a foto que de seguida mostro da minha grande (em todas as formas, sentidos e sinónimos) querida Beth Ditto, vocalista dos Gossip (banda que até faz parte do meu iPod), em plena sátira de si própria por ter ficado presa numa cadeira. Ora bem, não sei mesmo se ria, se chore...

Yesterday I came across on facebook (by the way ... soon I will have a nice surprise about this ...), with the photo that I'll show in the end of the post of my big (in all forms, meanings and synonyms) sugar Beth Ditto, lead singer of Gossip (nice band and that is part of my iPod), in the middle of a satire of herself because she got stuck in a chair. Well, don't even know either to laugh or to cry ...

Aprendemos que rirmos de nós próprios demonstra uma grande auto-estima e capacidade de análise digna de elogio, mas...neste caso, acho que é também a Beth a admitir que mais vale abraçar o seu peso (ou pelo menos o diâmetro possível de abraçar aquele corpo que já deve ter o seu próprio campo gravitacional) do que tentar fazer algo por isso... Até porque seriam precisas 4 vidas e 4 mil dietas para dar cabo daquilo... talvez quando criarem uma banda gástrica do tamanho da Amazónia haja esperança...

We learned that laughing about ourselves shows a great deal of self-esteem and ability of analysis worth of praise, but ... in this case, I think it is also Beth admitting that it is better to embrace her weight (or at least the diameter possible to embrace that body that probably already has its own gravitational field) than trying to do something… I guess in that body she would need 4 lives and 4 thousand diets to lose that amount of weight... maybe when they create a gastric band the size of Amazon Forest there's hope ...



quarta-feira, 23 de maio de 2012

CONFISSÃO 10: 80's music vs Bola de Espelhos

Hoje, logo pela manhã liguei a Apple Tv de casa e coloquei na Radio Station intitulada 80's hits. Confesso aqui perante os meus leitores e o mundo da blogosfera: sou um enorme apreciador de tudo na cultura dos anos 80. Já no campo da moda...perdoa-me Freddie Mercury mas não me estou a ver a andar em calças feitas de pedaços de bolas de espelhos e camisolas mais coloridas que uma estufa de flores. Além do mais, esta década deu-nos, para além do meu nascimento, a Madonna e a Cyndi Lauper, o Michael Jackson e o Prince, a Sabrina Salerno e a Samantha Fox, que é como quem diz, a Kenga mãe e a Kenga irmã, o Neverland (ou.."usava a Feira Popular lá de casa porque na altura não tinha facebook para atrair meninos") e O assumo-me gay na próxima vida, a Já mostrei mais vezes as mamas e o pipi do que cantei ao vivo e a Não me vou ficar atrás da outra e vou virar Disco Bitch. Vou aproveitar e fazer uma retrospectiva de alguns dos grandes Hits desta era de apoteose e onde o exagero era adjectivo de meninos. Michael Jackson, figura incontornável dos próximos 10 séculos com Thriller lança o universo dos videoclips e solidifica o sucesso com Billie Jean(ainda bem que pelo menos esse puto não era teu filho, senão a este ainda o penduravas dum helicóptero) chegando ao lugar de Rei do Pop de onde dificilmente sairá um dia, partilhava o trono com a Rainha da Pop, a Madonna Ciccone que com La Isla Bonita e principalmente com o Like a Virgin(sim, porque até aqui toda a gente acreditava na inocência carnal desta fofura) arrasou a concorrência e por mais que a Cyndi Lauper dissesse que as Girls just wanna have fun, ficou para trás na competição. Uma ligeira referência para as inocentezitas da Sabrina Salerno e da Samantha Fox que até editaram um remake da Call Me dos Blondie faz pouco tempo e que vieram abrilhantar esta década de glitter e de pensamentos profanos por esse mundo fora. Mas muito, muito mais se ouvia pelas rádios, ou no saudoso vinil.. As mentiras passaram a ser Sweet Little Lies desde que os Fleetwood Mac fossem o pano de fundo, viajar passar a ser bem mais chic cantado em francês pelos Desireless, ser ligeiramente insano era um comportamento normal se comparado com a Kate Bush, não havia pessoa que não quisesse e não queira ainda ser Forever Young mas isso meus caros, são Sweet Dreams.... Há um universo de sons que ainda hoje são dançáveis e cuja letra se agarrou à massa cinzenta e ainda por cá vagueia. Aerosmith, Police, Guns n' Roses e Depeche Mode...Bonnie Tyler, Culture Club e U2.. daqui a nada o post fica com excesso de caracteres...ah..Pet Shop Boys e o seu british accent(que saudades de Londres)... A verdade é que os 80's permitiram que o mundo visse cada indivíduo pelas suas características especiais e o intuito seria certamente o respeito e o aplauso pela diversidade elogiando expressividade artística. Agora e antes de vos deixar com a playlist feita pelos links acima nas várias músicas, deixo-vos apenas com o que considero os 3 must see clips (aos mais sensíveis o meu obrigado pela leitura, mas aconselho a ficarem por aqui) Dead or Alive - You spin me right round (ou como poderão ver...virei tanto mas tanto, que assumo várias personalidades no clip, sendo que todas elas são femininas) Sabrina Salerno - Boys Boys Boys (porque será que ela chama Rapazes Rapazes Rapazes na música...hmm.. estou intrigado...) Madonna - Like a Prayer (padres, sacerdotes, novos, velhos, coro de Santa Marta de Oeiras...atendo das 9 às 18 e para grupos das 19 às 24)